PublicidadeDinheiro foi depositado em nome do então deputado Celso Luiz, mas ele nega ser dono da conta milionária
DA REDAÇÃO
A Assembleia Legislativa está tentando reaver, junto ao Bradesco, a quantia de 447 mil reais depositados na conta corrente do ex-presidente Celso Luiz. O di-nheiro está bloqueado desde 2008 quando foi descoberto pela Operação Taturana, da Polícia Federal, que indiciou e mandou para a prisão diversos deputados e servidores do Poder Legislativo, inclusive Celso Luiz, na época presidente da Assembleia.
A atual mesa diretora, tendo à frente o deputado Fernando Toledo, afirmou ao sindicato dos servidores do Legislativo que a devolução do dinheiro servirá para pagamento de quinquênios atrasados e ajudará na implantação do Plano de Cargos e Carreira dos servidores O Bradesco está esperando, porém, que a justiça em Brasília emita documento liberando os 447 mil reais.
DINHEIRO NA CONTA - O ex-presidente Celso Luiz, quando foi indiciado e preso pela Operação Taturana, tinha em sua conta-corrente a quantia de R$ 447.000,00, que afirmou pertencer a Assembleia Lgislativa. De imediato, a quantia foi bloqueada pela justiça e até hoje, dois anos após, o di-nheiro está sob a guarda do banco. Ninguém era sabedor do fato até o mês passado.
Imediatamente, ao saber que havia dinheiro da Assembleia Legislativa na conta corrente do ex-presidente Celso Luiz, a mesa diretora da ALE se movimentou para liberá-lo. Como o Bradesco disse necessitar de autorização judicial, o presidente Fernando Toledo se movimentou junto com o procurador Marcos Guerra.
Por outro lado, os servidores quando souberam dessa conta fantasma, e antes que o dinheiro desaparecesse entre os de-putados, conseguiram promessa do presidente Fernando Toledo para que fossem pagos os qüinqüênios atrasados. Segundo Ernandi Malta, presidente do sindicato, "há a esperança de que desta vez os deputados cumpram o prometido e não seja como de outras vezes em que ficaram só na promessa".
Segundo Malta, o dinheiro é da Assembleia e deve ser aplicado no pagamento de atrasados dos servidores, uma vez que o duodécimo está sendo gasto com outras coisas.
Tudo começou com Operação Gabiru
A Operação Taturana, sob a responsabilidade da Polícia Federal, prendeu deputados da mesa diretora da Assembleia Legislativa e alguns servidores, realizou busca e apreensão de documentos, tudo para comprovar o rombo de mais de R$ 300 milhões nas contas daquele poder. Entre os deputados presos, estavam o presidente Celso Luiz, em cuja conta no Bradesco foram encontrados R$ 447 mil), Antonio Albuquerque, Cícero Amélio (hoje conselheiro do Tribunal de Contas), Cícero Ferro e outros.
Na justiça de Alagoas, para onde foram enviados documentos da 16ª Vara da Fazenda Pública Estadual, o processo tomou o nº 001.08.058272-0, que tem como julgador o juiz Gustavo Souza Lima, titular da 12ª Vara Cível da Capital.
Os indiciados no processo citado são: Celso Luiz Tenório Brandão, Cícero Paes Ferro, Arthur César Pereira de Lira, João Beltrão Siqueira, Francisco João de Carvalho Beltrão (Chicão), João Francisco Cerqueira Tenório, José Júnior de Melo (Júnior Leão), Luiz Pedro da Silva, Manoel Gomes de Barros Filho (Nelito Gomes), Cícero Amélioda Silva, Antonio Ribeiro de Albuquerque, Isnaldo Bulhões Barros Júnior, Edwilson Fábio de Melo Barros (Dudu Albuquerque), Fernando Juliano Gaia Duarte, Cosme Alves Cordeiro (Alves Correia), Marcos Antonio Ferreira Nunes, Eduardo de Albuquerque Rocha, Fábio César Jatobá, Antonio Aroldo Cavalcante, Ednilton Lins Macedo e Renan Mascarenhas Carmo (funcionário do Bradesco).
INDICIADOS E ENQUADRADOS -Todos foram enquadrados nos artigos 37, § 4º e 129, incisos II e III, da Constituição do Brasil, bem como no artigo 25, inciso IV, "a", da Lei Orgânica do Mi-nistério Público (Lei nº 8.625/93) e na Lei nº 8.429/92. O juiz Gustavo Souza Lima, no início, tornou indisponíveis os bens dos indiciados, tanto móveis quanto imóveis, semoventes, aplicações financeiras, inclusive lucros agropecuários.
Agora, com a descoberta de quase meio milhão de reais na conta-corrente do ex-presidente Celso Luiz, dinheiro da Assembleia Legislativa, a mesa diretora tenta reaver o valor, com a promessa de saldar compromisso com servidores.
vascaino - 09.08.2010 - 19:49
CARISSIMOS NESTA ELEIÇÃO,BARENCO NELES.foi demais ver o todo poderoso tonho albuquerque e joão ladrão beltrão serem presos e algemadosm valeu BARENCO.
Jujú Bolinha - 02.08.2010 - 20:01
De acordo com essa relação, o Extra deixa de citar os nomes de Marcos Barbosa, Cicero Almeida e Paulão, o por que de não citar os nomes dessas figuras, qual é a influência dele nos meios de comunicações. O Extra é um Jornal que o povo admira pela coragem e não pode perder essa identidade diante de seus leitores, por que já ouvi de várias pessoas dizendo que não mais compraria o EXTRA, por que está mudando a sua identidade diante dos leitores.
joão Batista martins - 31.07.2010 - 06:47
Normal.Salmo 107.17 neles.
Maria Leite - 30.07.2010 - 08:55
Coitadinhos dos servidores, não vão ver a cor. Esse é o discurso da Mesa, se não fosse trágico, só rindo.
Maria Leite - 30.07.2010 - 08:55
Coitadinhos dos servidores, não vão ver a cor. Esse é o discurso da Mesa, se não fosse trágico, só rindo.
senador urgente - 29.07.2010 - 22:44
Se Celso acha q esse dinheiro ñ é dele é porque ele é muito honesto... e sabe q esse dinheiro é da filha do prefeito de SENADOR RUI PALMEIRA! Depois ela saca.
senador urgente - 29.07.2010 - 22:43
Se Celso acha q esse dinheiro ñ é dele é porque ele é muito honesto... e sabe q esse dinheiro é da filha do prefeito de SENADOR RUI PALMEIRA! Depois ela saca.
jj - 29.07.2010 - 18:53
Esses DELINQUENTES TATURANAS já
deveriam ter sido cassados e estarem
presos pois roubaram alem do do di-
nheiro a dignidade do povo alagoano,
infelizmente esses larápios continuam
soltos e roubando o povo e o pior é
vão ser eleitos, vão tomar posse e continuar a roubalheira. Deus está de
olho em todos eles e como Deus é justo eles vão pagar e caro tudo de mal que fizeram contra esse miserá-
vel povo alagono e brasileiro. Não adianta pedir ao povo para não votar
nessas pestes porque estão cegos e mocos mas não custa nada insistir:
- Pelo amor de Deus não votem nes-
ses DELINQUENTES!